Reflexão: o Tempo e Nós

ampulheta

Tempo curto ou longo?

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Cada vez mais vejo pessoas comentando sobre como o tempo tem passado rápido. Entre as considerações feitas está a recorrente impressão de ter deixado algo para trás ou não realizado ainda todos os objetivos traçados.

Mas aí, vai a reflexão: se analisarmos que quando uma criança de 12 anos diz que vai demorar uma eternidade para chegar aos 18 a verdade é absoluta, pois ela terá que viver 50% de seu tempo já vivido para atingir essa idade. Já para uma pessoa de 60 anos, os mesmos seis anos representam apenas 10%. Ou seja, a sensação de que o tempo está voando conforme vamos envelhecendo fica mais forte.

Também vivemos uma rotina cada vez mais acelerada pelas ferramentas tecnológicas, que de tempos em tempos (cada vez menores!) traz novos inventos. Dessa maneira, nos distanciamos do nosso ritmo biológico. Este é bem diferente: é mais lento e obedece a vários ciclos. Portanto, há uma certa disparidade sobre as exigências do ser humano e da vida contemporânea. Daí, surgem conflitos na hora de se manter no ritmo, em especial, os que adotam ou precisam entrar no passo da vida urbana. Novamente, vem a inevitável sensação de que o tempo está voando!

E, por fim, quando ouvimos certas músicas que ainda parecem tão fresquinhas na nossa cabeça e nos damos conta que elas já têm ou caminham para 40 anos já não é mais uma sensação de que o tempo voa, mas, sim, uma certeza!

Para inspirar, o Estilo Angélica selecionou no YouTube uma declaração de amor ao tempo na voz de Caetano Veloso (https://www.youtube.com/watch?v=Xcpf473RJ3E)

 

 

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