No caminho do zen

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A caminhada como prática física tem seus benefícios largamente divulgados. Agora, imagine quando o caminhar ocorre simultaneamente com meditação e exercícios de alongamento? E imagine ainda quando se tem à frente a Monja Coen? Missionária da tradição Soto Shu – Zen Budismo, ela esteve sábado no Parque Ipiranguinha a convite da Prefeitura andreense e do Semana (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). A atividade fez parte de programação Mulher, Um Ser Integral – Alimentação, Espiritualidade e Meio Ambiente, criada em torno do Dia Internacional da Mulher.

Cem pessoas participaram da ação, que começou na concha acústica da área verde. A monja explanou sobre os benefícios da meditação. “Há um lixo mental e espiritual que a gente tem de reciclar. O rancor, por exemplo, é um tipo de lixo mental. Temos de transformar a raiva em compaixão, em compreensão”, disse.

O grupo também foi convidado a caminhar em silêncio pelas alamedas do parque. De volta à concha, Monja Coen fez uma palestra, na qual enfatizou como enfrentar situações do dia a dia respeitando o próximo e a vida saudável.

Para quem deseja conhecer melhor a trajetória de Monja Coen, vale lembrar que ela iniciou práticas regulares de zazen no Zen Center of Los Angeles. Fez os votos monásticos em 1983. De lá seguiu para o Mosteiro Feminino de Nagoya, onde residiu por oito anos, tendo se graduado como monja especial, habilitada a ser professora do Darma Budista de monges e monjas. É voluntária no Hospital Emílio Ribas. Atualmente Monja Coen reside no templo Tenzui Zenji, em São Paulo. É presidente do Conselho Religioso da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil e do ViaZen/VilaZen do Rio Grande do Sul.

A programação completa do Mês da Mulher em Santo André pode ser acessada no endereço www.santoandre.sp.gov.br

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