Jô Soares assume cadeira na Academia Paulista de Letras

Escritor e apresentador tomará posse da cadeira de número 33 

Foto: Divulgação Jô conciliou carreira na TV com a escrita

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Jô conciliou carreira na televisão com a escrita

Conhecido por sua habilidade como entrevistador, o também apresentador, ator, comediante, diretor, produtor, dramaturgo, escritor e artista plástico (ufa!) Jô Soares assumirá mais uma responsabilidade em sua já extensa carreira. Ele toma posse na quinta-feira como integrante da APL (Academia Paulista de Letras).

Jô vai ocupar a cadeira de número 33, que pertenceu ao escritor Francisco Marins (1922-2016). Marins ocupou por 50 anos a cadeira, que tem como patrono Teófilo Dias de Mesquita.

O convite a Jô foi feito pelo jurista Ives Gandra. O presidente da APL, Gabriel Chalita, declarou que “a Academia ficará mais bonita com a participação do Jô, que certamente tornará os debates da entidade ainda mais ricos.”

A cerimônia de posse será realizada às 19h, no Teatro da APL, no Largo do Arouche, 312, São Paulo.

BIOGRAFIA

José Eugênio Soares, ou simplesmente Jô Soares, nasceu em 16 de janeiro de 1938. Começou a atuar na TV Rio, em 1958, onde participava de programas humorísticos e escrevia roteiros. Durante a década de 1960, fez parte da equipe da TV Record e, em 1970, foi chamado pela Globo, onde fez sucesso com o programa Viva o Gordo. Contratado para o SBT no fim da década de 1980, fez o talk show Jô – Onze e Meia.

Em 1990, passa a se dedicar ao teatro, à música e à literatura. Escreve o livro O Xangô de Baker Street (1995) e O Homem que Matou Getúlio Vargas (1998).

Em 2000, Jô voltou à Globo com o Programa do Jô, onde já entrevistou diversas personalidades. Sem interromper a vida de escritor, publicou Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005) e As Esganadas (2011).

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