Jantar em prol de museu – entrevista com Pe. Jordélio

Foto: Elaine Moretto Nereide Castaldelli, Vera Monari e Leila Foroni atuam na organização do jantar em prol do Museu

Fotos: Elaine Moretto
Nereide Castaldelli, Vera Monari e Leila Foroni atuam na organização do jantar em prol do Museu

Entre as patronesses, Cari Córdoba, Rima Jarouche Arabi e Patrícia Teshima Ishi

Entre as patronesses, Cari Córdoba, Rima Jarouche Arabi e Patrícia Teshima Ishi

Em prol do término das obras de construção do Museu Sagrada Família – Catequese e Arte será realizado jantar no Buffet Status, em São Caetano, amanhã (25).  Na organização da noite estão  Leila Foroni, Nereide Castaldelli e Vera Monari. Entre os preparativos para o evento, houve a sessão de fotográfica na semana passada com as patronesses do evento. As fotos, assinadas por Elaine Moretto, foram realizadas em sala especial no segundo andar do salão Cari Internacional, na Rua Rio Grande do Sul.

Com previsão de abertura em 2015, a instituição, também conhecida como Museu de Arte Sacra de São Caetano, teve seu estudo e pesquisa iniciado há cerca de 2 anos e meio. À frente dos trabalhos está o padre Jordélio Siles Ledo, que nos últimos sete anos dirige a paróquia Sagrada Família. Integrante da ordem estigmatinos, o religioso, cujo mestrado é em Catequética, tem se debruçado sobre livros de História da Arte em pesquisa na faculdade Belas Artes, em São Paulo. Para o blog Estilo Angélica, o padre Jordélio falou sobre o conceito do museu. Veja alguns pontos da entrevista.

ESTILO ANGÉLICA – Qual é a característica do museu?

PE. JORDÉLIO  – Pelo que pesquisamos, esse será o primeiro museu no País a tratar da temática catequese e arte. Em outras palavras, é preciso compreender quais as contribuições que a arte trouxe para a educação da fé.

ESTILO ANGÉLICA – Como está a participação da comunidade em relação à criação do espaço?

PE. JORDÉLIO – Além de ações na comunidade para angariar recursos, ainda recebemos doações de famílias da cidade.  Estas também estão nos enviando fotos históricas vinculadas à matriz, como imagens de batizados e de casamentos. Essa participação tem tudo a ver com o conceito de integração com os paroquianos.

ESTILO ANGÉLICA – Então o acervo não se resumirá a obras sacras?

PE. JORDÉLIO – Abrimos o leque para artes visuais mais contemporâneas. Realizaremos, por exemplo, exposição de fotografias recentes. A ideia é que seja um espaço de diálogo entre educação da fé e arte. Faremos também parcerias com universidades, sempre com o foco na religiosidade.

ESTILO ANGÉLICA – Qual será a estrutura do museu?

PE. JORDÉLIO – Teremos uma área de 2 mil m². Entre os ambientes estão quatro galerias, uma biblioteca, um auditório para 40 pessoas, uma capela.

ESTILO ANGÉLICA – Qual será a relação conceitual e física com a própria igreja? Haverá um acesso interligando os dois prédios?

PE. JORDÉLIO – Sim, haverá uma ligação. Diria que o museu é um holofote que aponta para a igreja. O visitante percorrerá um itinerário que inicia na capela do museu, contorna a igreja e encerra com a visão panorâmica da parte interna da Matriz Sagrada Família. O objetivo é contemplar todas as pinturas internas que tratam de temas importantes da fé cristã e sua interação com a arte.

Foto: Divulgação Fachada lateral do museu

Foto: Divulgação
Fachada lateral do museu

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