Leia: Cortella e a felicidade no trabalho; Cury explica Ansiedade; e a ficção A Última Carta de Amor

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Estilo Angélica lê novo livro do filósofo brasileiro e garante: é possível ser feliz com sua profissão se você tem propósito

Por Camila Galvez

pqfazemosoquefazemosSe você já acordou na manhã de uma segunda-feira qualquer sem vontade de ir para o trabalho, o livro do filósofo e escritor Mario Sergio Cortella, Por que Fazemos o que Fazemos? (Editora Planeta, 174 páginas, R$ 30 em média), é para você. Qualquer um que se aflige por trabalhar em algo que não gosta, para empresa que não tem política de reconhecimento, sofrendo com a desmotivação, a reflexão proposta por Cortella é como um sopro de esperança – é possível, sim, ser feliz no trabalho, desde que se tenha propósito claro das causas pelas quais ele é realizado.

Longe de ser utópico, Cortella cita Karl Marx para explicar que, sim, uma das primeiras motivações que temos no mercado de trabalho é a sobrevivência. Não somos livres para fazer apenas aquilo que gostamos porque é necessário ganhar dinheiro para viver no sistema capitalista. Como este é o modelo vigente, o filósofo não ilude: se o propósito é ganhar dinheiro, aceite e encare.

Mas é lógico que a situação pode ser absolutamente temporária e o ideal é que você a enxergue como um degrau – isso se você tiver claro e definido o real objetivo que quer alcançar em sua vida. Cortella cita a palavra ‘propósito’, que em latim carrega o significado de “aquilo que eu coloco adiante”. Para o filósofo, definido o propósito, consegue-se encarar as dificuldades naturais de uma carreira em busca daquilo que dá sentido a ela.

No livro, o autor destaca que cada vez mais as pessoas querem encontrar no emprego algo que ultrapasse o mero ganho salarial. Há busca por reconhecimento e também certa ética que impede que atuem em empresas que não cumprem o que prometem – claro, se a pessoa for de boa intenção. Não queremos ser robôs, como Charles Chaplin retratou no clássico do cinema, apenas apertando parafusos sem saber o resultado do todo. Queremos nos sentir parte daquele trabalho.

A leitura vale cada uma das 174 páginas porque nos inspira a buscar um meio de não apenas trabalhar, mas contribuir para que o mundo se torne um lugar melhor.

Para fãs de Cortella, veja a entrevista dele no Programa Todo Seu (Gazeta), de Ronnie Von: https://youtu.be/8PoyyqyjWx4

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Estilo Angélica traz indicações de livros que são sucesso. Já escolheu o seu? Aproveite o fim de semana para ler.

aultimacartadeamorEm ficção, A Última Carta de Amor (Intrínseca, 384 páginas, R$ 20 em média), de Jojo Moyes, é opção para os românticos. A autora de Como eu Era Antes de Você conta a história de Jennifer Stirling, que acorda em hospital na Londres de 1960 após um acidente de carro sem se lembrar de nada. De volta à casa com o marido, ela tenta recuperar a memória de sua antiga vida. Então, descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por ‘B’, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalhava e se torna obcecada com a ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido.

 

humano-demaisEm não-ficção, Humano Demais (Globo Livros, 448 páginas, R$ 37 em média) é a biografia do padre Fábio de Melo, que tem feito sucesso entre os católicos com mensagens de paz e amor. O escritor Rodrigo Alvarez, correspondente internacional da TV Globo e autor dos best-sellers Aparecida e Maria, revela o religioso que buscou na própria história a inspiração para pregar, escrever, cantar e, assim, mudar a vida de seus seguidores – até mesmo aqueles que só o conheceram quando ele virou “o padre do Snapchat”.

Uma história rara, narrada de forma corajosa e franca.

 

 

ansiedadeEm autoajuda, Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século (Editora Saraiva, 160 páginas, R$ 10, em média), de Augusto Cury, fala sobre a SPA (Síndrome do Pensamento Acelerado). Considerada pelo psiquiatra Augusto Cury como o novo mal do século, suplantando a depressão, ela acomete grande parte da população mundial.

Neste livro, você entenderá como funciona a mente humana para ser capaz de desacelerar o pensamento, gerir a emoção de maneira eficaz e resgatar a qualidade de vida.

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