Conheça alguns hits que prometem fazer sucesso nesse Carnaval

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Mesmo com músicas de #arrocha e #funk tocando sem parar nas rádios, as marchinhas de carnavalescas estão de volta

Funk, sertanejo, arrocha e marchinhas, na festa deste ano pode de tudo.

Tem de tudo: funk, sertanejo, arrocha…

Deu onda e muita gente ao vai ficar parada nos próximos dias de #Carnaval. É nesse período que muitos hits vão estourar. Algumas apostas já estão sendo feitas para o que mais vai tocar no Carnaval 2017. Estilo Angélica foi conferir o que vai na playlist de Momo.

O DJ Bart, conhecido por embalar as noites do Restô e Music Bar #Giramundo, está apostando no estouro dos hits Santinha, do cantor Leo Santana, Você Subia, do grupo Kuarto de Empregada, e O Doce, da Ivete Sagalo. Outra que deve tocar bastante durante os dias de festa é a música Deu Onda, do MC G15

O gosto popular varia muito e uma lista melhor definida das mais tocadas, somente depois do Carnaval

Lembra do hit Aquele 1%, do Wesley Safadão? Pois, é. Essa foi uma das que bombaram no ano passado. Seguindo a mesma pegada malandra, a música Eu Tô Com Ismo, da dupla Maykow & Bruno, também vai estar entre as músicas mais tocadas.

Mesmo que as rádios já indiquem os principais estilos e músicas, somente depois que passar toda a festa é que será possível fazer uma lista fiel do que o público mais gostou de ouvir. Porém, para aqueles que gostam de marchinhas carnavalescas. Antes e durante o período carnavalesco, muitos blocos vão sair às ruas para ressuscitar antigos cânticos como Ó Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga; Cabelereira do Zezé, de João Roberto Kelly, e as novidades criadas pelos próprios blocos.

Marchinhas Autorais

Para Marcelo Buraco, diretor de Carnaval do bloco Maloca do Barbosa, de Santo André, a onda das marchinhas autorais, feitas pelos próprios blocos de rua, ainda está se desenvolvendo. “A tradição de criar marchinhas próprias nos blocos carnavalescos de rua para cada ano ainda não pegou os blocos em geral aqui pelas bandas de São Paulo.

A Maloca produz suas marchinhas próprias para cada ano, mas como estamos fora da Capital e aqui no ABC estamos começando a ampliar o público de carnaval de rua só nos últimos 4 anos, ainda não jogamos um papel massivo na divulgação das marchinhas criadas por blocos aqui na região”, comentou.

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