Arroz-doce com sabor de infância

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Foto: Divulgação

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O mês é das crianças. Dias de relembrar delícias da infância. E doce é uma delas. Entre eles, o arroz-doce. Iguaria que vem da Ásia e que chegou ao Brasil na época do Império, é servida bem quente ou gelada. Depende do paladar. O mais usual mesmo é arroz-doce com leite e polvilhado por canela em pó. Há quem acrescente gemas de ovos, bem à moda portuguesa. Ou, ainda, substitua o leite bovino pelo de coco, como é usual no Nordeste.

De preparo aparentemente simples, o doce caseiro vem se sobressaindo nos cardápios de restaurantes tamanha a criatividade dos chefs, que se valem de tipos de arroz e ingredientes diferenciados. Já vi versões com  panna cotta, com café. O que importa é a cremosidade.

Recentemente, degustei uma versão bicho de pé da marca Dona Hortê, que conta com seu primeiro quiosque no Piso 2 do Shopping ABC. Vem em embalagem de 180 gramas de pura delícia. A versão é sazonal e poderá ser encontrada até meados de novembro.

Júnior Leite, proprietário da marca, que, aliás, leva o apelido de sua mãe, a dona Hortênsia, relembra o cardápio fixo.”Tradicional, creme de avelã, amendoim, coco, doce de leite e diet. As iguarias são oferecidas em embalagens de 180 gramas a preços que variam de R$ 10 a R$ 12″, diz.

Com projeto em curso de transformar o quiosque em piloto para rede de franquias, Júnior Leite conta que a ideia pioneira no mercado nacional com esse produto surgiu em 2011, após tomar conhecimento de badalada doçaria nova-iorquina Rice to Riches, que foi case de curso de empreendedorismo do qual participou. “Achei interessante e pedi a ajuda inicialmente de minha mãe para desenvolver as receitas e fomos testando. Hoje, conto com uma engenheira de alimentos e montamos uma cozinha industrial no bairro Paraíso”, diz ele, ao informar que o valor da franquia para o quiosque de 6 m² é de R$ 90 mil.

 

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