A Garota no Trem é para devorar; indicações de Cidades de Papel, Nujeen e Ansiedade

Livro que inspirou longa prende do início ao fim com história intrigante e cheia de reviravoltas

Por Camila Galvez

Fotos: Divulgação

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Pare tudo o que está lendo neste começo de ano e escolha #A Garota no Trem (Record, 378 páginas, R$ 23, em média), de Paula Hawkins. Percorri as páginas em apenas dois dias, sem vontade de largar.

Com história intrigante, cheia de reviravoltas e uma personagem principal que inspira pena, mas que no fundo é forte e capaz de desvendar um grande mistério, é livro para devorar. E detalhe: #Estilo Angélica indica que você leia primeiro o livro e só depois veja o filme inspirado nele que, cá entre nós, não teve avaliação lá muito boa.

O livro conta a história de Rachel, que todos os dias pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. Mesmo após perder o emprego e ver sua vida desmoronar de vez, ela continua com a mesma rotina a fim de esconder o fato da amiga com quem mora. Abandonada pelo marido, por quem era apaixonada, com a frustração de não conseguir engravidar e um vício pesado em álcool, o único consolo de Rachel é observar a vida das pessoas que vivem nas casas ao longo da linha do trem – onde ela mesma morou com o ex, Tom, e onde ele vive com a atual esposa e uma filha pequena.

Seu casal preferido, a quem ela chama de Jess e Jason, mora na casa de número 15, próxima a uma das paradas obrigatórias do trem. Ela observa o relacionamento amoroso pela janela e imagina uma vida perfeita para os dois, com infinitas xícaras de café pela manhã e sexo ardente à noite. Mas, um dia, Rachel vê Jess com outro e percebe que este casamento pode não ser tão de conto de fadas quanto ela imagina.

Tudo piora quando Jess, que na verdade se chama Megan, desaparece. As notícias de seu sumiço tomam os jornais e fazem com que Rachel minta para se aproximar de Scott, o marido a quem ela chamava de Jason.

Com final totalmente inesperado, A Garota no Trem é daqueles livros que vão arrebatar você. Não deixe de ler.

PARA ESCOLHER

cidades de papel_valeEm ficção, a indicação desta semana é Cidades de Papel (Intrinseca, 368 páginas, R$ 27, em média), de John Green, o premiado autor de A Culpa é das Estrelas. O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certa noite, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Quentin vai para a escola e então descobre que Margo desapareceu. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las.

Para quem gosta de romances com toques de mistério.

nujeenEm não-ficção, o lançamento de Nujeen (Universo dos Livros, 240 páginas, R$ 40, em média) conta a jornada de uma garota que fugiu da guerra na Síria em uma cadeira de rodas e se tornou inspiração para milhares de pessoas em meio à tragédia humanitária. O livro foi escrito pela mesma coautora de Eu sou Malala, Christina Lamb, premiada jornalista que agora conta a história inspiradora de outra notável jovem heroína: Nujeen Mustafa.

Para quem prefere histórias de superação.

 

ansiedade_valeEm autoajuda, o livro Ansiedade 2 – Autocontrole (Benvirá, 192 páginas, R$ 13, em média), de Augusto Cury, dá continuidade às pesquisas sobre o que o psiquiatra e psicoterapeuta chama de o mal do século: a ansiedade. Augusto Cury revela os segredos para gerenciar o estresse e desenvolver o autocontrole, essencial para uma vida emocional saudável e plena. Além disso, apresenta a diferença entre ansiedade e estresse e ressalta que os dois são essenciais para a sobrevivência humana, mas que, como tudo na vida, precisam ser dosados.

Para quem busca o êxito profissional e pessoal.

#agarotadotrem

#cidadesdepapel

#estiloangélica

#AugustoCury

 

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